Empresa

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Ao longo dos anos em que tenho atuado como consultor de sistemas para condomínios, presenciei o descontentamento e a frustração que acometem síndicos (as) quanto aos serviços de manutenção que eles contratam não recebem.

Tais dissabores me foram traduzidos com perguntas como:

• Até onde vão procrastinar a solução?
• Quais as dificuldades para se resolver o problema?
• Até quando terei que ouvir os condôminos fazerem as mesmas reclamações?
• Quando trarão de volta o equipamento retirado para conserto?
• Por que não fizeram a manutenção preventiva no mês anterior?
• Quantas vezes terei que fazer um chamado para ser atendido?
• A empresa não está mais interessada em atender o meu condomínio?

E por ai vai…

Nossa opinião é a de que problemas são partes inseparáveis do nosso dia a dia e sem eles não há desafios a serem vencidos, pois criar soluções nos motiva a continuarmos arremessando nosso incontrolável desejo de crescermos como pessoas e como profissionais.

Porém, quando estamos diante de um problema que já poderia ter sido resolvido ou que não precisaria ter-se caracterizado, é que há o percebimento de se estar à deriva, pois quem tem por força contratual a obrigação de ajustar, consertar, trocar, atualizar e assessorar, demonstra não estar preocupado com os pequenos problemas que alegam não serem deles.

Por que isto acontece?

Empresas crescem (ou incham) e seus dirigentes se esquecem de que seu maior patrimônio são os seus clientes, sem os quais “suas empresas” não podem ter continuidade.

RESGATANDO O QUE FOI ESQUECIDO, é isto que estamos fazendo. Criamos a Solity para restituirmos a quem direito, o que lhe foi usurpado sem nenhum sentimento de culpa, O RESPEITO!

Nos dê a chance de mostrar-lhe como faremos isto!

A Diretoria

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